domingo, 28 de setembro de 2014

Alado

Estradas de poeira sigo cantando
No meu ser eu só brio
Deslizando nos anéis de saturno
Risco o céu um anel

Levitando na beira do poste
Estação do ato estelar
A bel certeza do tempo
O sentido que está a pairar

Na beira do abismo sem fim
Levitando o sólido chão
Paro a pé mediante o imenso
Horizonte

A um passo o espaço
Solto e livre e sem fim
Liberto a minha couraça
E dou o passo

Alado.

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