domingo, 28 de setembro de 2014

Céu aberto

Abro a janela
O dia parece parar
Chamo meus amigos
Nuvens em formas de anjos
Abre-se um clarão advindo do nada
Adentram nosso universo

Assim iguais águias de fogo, encouraçados
Abençoam o amor
A contar uma história no arrebol
Catacliptico e de uma sutileza leve qual alumínio
Delineiam nuances nas cores do céu do sol
Me vi assim então
Céu aberto, peito aberto, cabelos ao vento
Sem medo.

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